Quando estava comprando o Vagabond a opinião dos velejadores era que este modelo é muito confortável, aderna pouco, muito seguro, mas um pouco lento....
Ontem este fantástico veleiro de cruzeiro mostrou a que veio para a nova tripulação, onde o Beto Biguá e o Campello, que são tradicionais regatistas da classe Micro Tonner, foram surpreendidos pelo desempenho do Vagabond na Baia de Todos os Santos quando passamos de forma consistente de 9 nós em vento de través.
Nossa velejada mais rápida, mesmo considerando a corrente favorável, em torno de 1 a 1,5 nós, o Vagabond mostrou uma velejada impecável.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Novas velejadas
Dia 06 recebi nova tripulação no Vagabond, o carismático Jacson Lumertz e o técnico, organizado e simpático Delmar Poisl, amigos do Sava Clube de Porto Alegre.
Nossa primeira velejada foi até Salinas de Dona Margarida, onde não desembarcamos, optamos por voltar a Itaparica e curtir o final de tarde lá.
Nosso retorno foi com um pirajá imprevisto, onde nos pegou de frente e fomos obrigados a baixar as velas e ligar o motor. Esta motorada foi um teste para o motor Volvo 2003, depois de um conserto em 1 vazamento de óleo, onde se comportou bem e dei como encerrado os reparos nele.
Na sequencia tivemos 2 dias de chuva, onde descobrimos as habilidades de Chef de cozinha do Jacson, com sua moqueca de Robalo, e massa com camarão, estavam ótimos!!
Delmar, vai lavar a louça!
Brincadeiras a parte, foram dias muito divertidos, até que botamos o Vagabond em rumo ao Tenab, centro de Salvador. Bela velejada com orça folgada, sem manobras até a aproximação. Lá dentro jogamos ferro e descemos para um relaxante banho.
Jantamos no pelourinho, onde falávamos sobre como é interessante chegar em salvador velejando.
Dia 11 tomamos rumo Morro de São Paulo. Velejada tranquila com vento de alheta, mar picado com ondas de 1 metro, sem stress.
O Jacson pegou 2 peixes que fizeram uma bela corrida, mas escaparam para frustração de todos, mas vamos lá!
Em Morro, fundeamos em Gamboa, e no dia seguinte nos despedimos do divertido Jacson e sua tradicional frase: É o que temos!!!
Eu e o Delmar descobrimos como é ruim dormir fundeado em Gamboa, com 2 dias que o veleiro não parava, com as ondas dos barcos comerciais e as ondas do mar que entram de Nordeste. Na terceira noite fomos para o outro lado e ancoramos em um local bem protegido, exatamente em frente a Gamboa. Dormimos muito bem nesta noite.
Retornamos a Salvador com contra vento, bela velejada com rumo direto a Itaparica, navegação de 9 horas totais. Muito bom....média de 5 nós no Vagabond.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Ano novo em Itaparica
Dia 30, me desloquei da Baia de Aratu para Itaparica em mais uma velejada solo.Vento bom, na faixa de 10, 12 nós de alheta, naveguei somente de genoa tendo como rumo o por do sol.
Navegada tranquila, onde no meio da Baia de Todos os Santos percebi um local com ondas desencontradas que parecia um local raso, mas tinha mais de 20 metros de profundidade. Acredito ser um encontro de águas, somados ao vento. Em seguida mudou, com ondas menores e com melhor orientação deixando o veleiro mais estável.
Quando cheguei, o sol me disse: - Posso ir? Já está seguro? E se foi deixando entrar uma noite estrelada, fui dormir cansado!
Dia 31 mergulhei para raspar o fundo do casco, que já estava com muitas cracas. O interessante foi ver um pequeno cardume de peixes esperarem o resultado de minhas raspagens e fazer seu almoço.
Na Marina de Itaparica tem um local muito bom para ver peixes, um local alto onde neste dia tinha uma cardume de tainhas e outro de barracudas. Uma tainha foi atacada por uma barracuda, perdendo sua cauda. Uma outra da mesma espécie veio a seu socorro, ficando por alguns momentos embaixo da ferida, aparentemente não deixando-a ir para o fundo. Mas foi em vão...as barracudas atacaram novamente de forma muito voraz, deixando somente a cabeça, que foi também devorada por uma maior. É o ciclo da natureza!
Ainda na tarde, fui convidado pelo Brenno do veleiro Yo Ya a passar o ano novo com eles a bordo do Acauã dos também gaúchos Weber e Miriam. Ao todo estávamos de oito no Brasilia 32. Uma excelente recepção, com drinks, bastante cerveja, e uma farta ceia de ano novo. Logo após a queima de fogos, chegaram para entrarmos 2015 com chave de ouro, o Nelson e a Lucia, do Veleiro Avoante muito conhecidos pelo seu blog, Diário do Avoante.
Navegada tranquila, onde no meio da Baia de Todos os Santos percebi um local com ondas desencontradas que parecia um local raso, mas tinha mais de 20 metros de profundidade. Acredito ser um encontro de águas, somados ao vento. Em seguida mudou, com ondas menores e com melhor orientação deixando o veleiro mais estável.
Quando cheguei, o sol me disse: - Posso ir? Já está seguro? E se foi deixando entrar uma noite estrelada, fui dormir cansado!
Dia 31 mergulhei para raspar o fundo do casco, que já estava com muitas cracas. O interessante foi ver um pequeno cardume de peixes esperarem o resultado de minhas raspagens e fazer seu almoço.
Na Marina de Itaparica tem um local muito bom para ver peixes, um local alto onde neste dia tinha uma cardume de tainhas e outro de barracudas. Uma tainha foi atacada por uma barracuda, perdendo sua cauda. Uma outra da mesma espécie veio a seu socorro, ficando por alguns momentos embaixo da ferida, aparentemente não deixando-a ir para o fundo. Mas foi em vão...as barracudas atacaram novamente de forma muito voraz, deixando somente a cabeça, que foi também devorada por uma maior. É o ciclo da natureza!
Ainda na tarde, fui convidado pelo Brenno do veleiro Yo Ya a passar o ano novo com eles a bordo do Acauã dos também gaúchos Weber e Miriam. Ao todo estávamos de oito no Brasilia 32. Uma excelente recepção, com drinks, bastante cerveja, e uma farta ceia de ano novo. Logo após a queima de fogos, chegaram para entrarmos 2015 com chave de ouro, o Nelson e a Lucia, do Veleiro Avoante muito conhecidos pelo seu blog, Diário do Avoante.
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